Notas de atualização
Esta página registra tudo que já foi implementado no Lastro, da atualização mais recente pra mais antiga.
setembro de 2026
Eventos ativos passa a cruzar Fogo Cruzado com a OTT360
O card Eventos ativos, na aba Radar, agora combina ação/operação policial do Fogo Cruzado com operação e perseguição policial informadas pela OTT360, todos dentro de uma janela de 2 horas.
Concentração territorial e Análises estatísticas viram acesso restrito
A análise de concentração territorial (Getis-Ord Gi*) e a sub-aba Análises estatísticas, de Estado, deixaram de ser públicas e passaram pra área de configuração, de acesso restrito. Visão geral e Comparar, de Estado, continuam abertas normalmente pra qualquer visitante.
Nova sub-aba em Dados: Concentração territorial
Em Dados > Disparos, uma nova análise usa Getis-Ord Gi*, método estatístico de geografia, sobre uma grade hexagonal regular cobrindo a Região Metropolitana do Rio, pra separar concentração real de violência armada de simples ruído espacial. Dá pra escolher entre 5 variáveis (total de ocorrências, mortes, com ou sem presença policial, motivo disputa) e recortes por ano ou por metade do período.
Nova descoberta: a violência armada nunca cria um ponto estatisticamente mais frio que o esperado
Testando 65 cenários da nova análise de concentração territorial, nenhuma célula da grade chegou perto do patamar que confirmaria uma área mais segura que o esperado. Fora dos núcleos de concentração, o padrão é neutro, nunca comprovadamente mais frio.
Nova descoberta: área de disputa entre grupos armados muda de lugar; o resto da violência, não
Comparando 2017-2021 com 2022-2026, o território de concentração de violência armada em geral se mantém estável (73% a 76%). Só quando o motivo é disputa entre grupos armados o padrão muda de verdade: apenas 40% do território permanece, mesmo com o número de ocorrências mais que dobrando.
Nova descoberta: renda anda em direções opostas com violência letal e crime patrimonial
Cruzando a renda mediana do Censo 2022 com sete indicadores oficiais do ISP-RJ nas 137 delegacias do Estado, dois padrões opostos aparecem: violência letal cai onde a renda é mais alta, furto em coletivo, outros furtos e roubo a estabelecimento comercial sobem. O segundo padrão só aparece depois de excluir a 1ª DP (Praça Mauá, Centro do Rio), que tem 1.773 moradores mas concentra o maior fluxo comercial do Estado.
Nova descoberta: tipo de construção prevê roubo a residência melhor que renda, mas só na capital
No Estado inteiro, saber se uma área é dominada por casa ou por apartamento não ajuda a entender o roubo a residência além do que a renda já explica, os dois dados andam colados. Dentro da capital, onde os dois se descolam mais, o percentual de apartamento continua prevendo taxa mais alta mesmo depois de descontar o efeito da renda, usando pela primeira vez a variável do Censo 2022 que distingue casa de apartamento.
Comparar ganha filtro de porte populacional e de região
A sub-aba Comparar, em Dados, agora deixa restringir a comparação a delegacias ou batalhões do mesmo porte populacional (pequeno, médio, grande ou muito grande) e por região oficial do ISP-RJ, pra não comparar uma área pequena com uma bem maior.
Comparar ganha modo Unidades: até 5 áreas lado a lado
Além do modo Indicadores, que já existia (vários indicadores pra uma área só), Comparar ganhou o modo Unidades: um indicador só, comparando até 5 municípios, batalhões ou delegacias escolhidos a dedo, lado a lado.
Linha do gráfico de evolução mensal fica mais fina em séries longas
Em períodos muito longos (por exemplo, desde 2003), a linha do gráfico de evolução mensal ficava grossa demais e meses vizinhos se misturavam numa mancha só. A espessura agora se ajusta à quantidade de meses no período escolhido.
Revisão de consistência em todas as Evidências
Uma auditoria dedicada a cada uma das 17 Evidências encontrou e corrigiu 16 casos onde o texto não batia exatamente com o número ou com a fonte, entre eles uma data futura, arredondamentos e uma hipótese causal que contradizia o sinal do próprio dado. Nenhuma conclusão virou de cabeça pra baixo, foram ajustes de precisão. Cada Evidência também ganhou um marcador de tempo de leitura.
Três novas descobertas sobre violência contra a mulher
A maioria dos feminicídios no Rio é cometida por companheiro ou ex-companheiro (61%), mas o mesmo não vale pro estupro contra mulher adulta. Quanto mais nova a vítima de estupro, maior a chance de o agressor ser da própria família. E o horário de trabalho não reduz a violência contra a mulher, muda o tipo dela: tentativa de feminicídio cai de dia e sobe de madrugada, importunação sexual faz o oposto.
Ilustração do topo e faixa de marca somem de quatro páginas
Home, Sobre, Compromissos e Contato perderam a vinheta ilustrada no topo e a faixa com o skyline e a marca antes do rodapé, trocadas por mais respiro visual.
agosto de 2026 · lançamento
Nova marca do Lastro
A marca no topo do site trocou as letras em blocos, estilo circuito, por uma wordmark mais simples, em minúsculas. A mudança chegou também às imagens usadas quando alguém compartilha uma página do Lastro.
Site em quatro idiomas: português, inglês, espanhol e francês
Novo seletor de idioma no topo (e um menu próprio no celular) traduz a navegação, a página inicial e as páginas institucionais (Sobre, Metodologia, Compromissos, Contato) por completo. Nas Evidências, título, resumo e a citação ficam traduzidos; o corpo de cada análise continua só em português, com aviso disso na tela.
Evidência de arma estrangeira reescrita com dado por país
A análise sobre origem de arma deixou de comparar só "nacional" contra "estrangeira" (um campo do próprio formulário de apreensão, que o Lastro já mostrou ter viés) e passou a usar a marca de cada arma pra identificar o país de fabricação, com uma base nova de 71.708 itens apreendidos importada via Lei de Acesso à Informação. O resultado: arma estrangeira é quase duas vezes mais comum na Região Metropolitana que no resto do Estado.
Revisão editorial completa do site
Uma leitura integral de todo texto público do Lastro (Evidências, páginas institucionais, navegação) encontrou um erro de concordância, reescreveu três frases truncadas e removeu uma Evidência sobre endereço de apreensão que não acrescentava nada de novo à análise. "Estado" passou a vir maiúsculo sempre que se refere ao Rio de Janeiro como unidade federativa.
Cards das Evidências ficam mais limpos
O número em destaque e o selo de fonte que apareciam acima do título de cada Evidência saíram do card, sobra só o título, agora maior. A lista voltou a mostrar a mais recente primeiro.
Base nova: microdados de apreensão de armas do ISP-RJ
O Lastro passou a trabalhar com o microdado item a item das apreensões de armas do ISP-RJ: 71.708 itens em 22.515 ocorrências, de 2022 a março de 2026, com tipo, calibre, marca, origem de produção e local de cada apreensão. É o registro mais detalhado de apreensões já usado pelo projeto.
Nova análise: a escada da origem das armas apreendidas
Primeira análise sobre a base nova, com dois medidores independentes de origem: pela marca do fabricante, a participação estrangeira vai de 6% no revólver a 52% na pistola e 82% no fuzil (pelo campo de origem da fonte, 33%, 63% e 87%). A escada é a mesma nos dois critérios, a participação importada sobe ano a ano e a arma nacional some das apreensões mais rápido que a estrangeira. Inclui um mapa-múndi do país-sede das marcas e documenta o viés de preenchimento do campo de origem (94% das armas sem marca constam como estrangeiras) que levou o total a ser tratado como intervalo, de 38% a 55%.
Radar Territorial agora é Lastro
O projeto ganhou nome novo, logomarca e identidade visual própria: paleta única de neutros quentes (areia, tinta, azul empoeirado e damasco), tipografia própria (IBM Plex Sans e Serif), fundo com textura de curvas de nível e fim do tema escuro. "Ter lastro" é ter base em evidência, e é exatamente isso que o projeto entrega. O endereço continua o mesmo e nada do histórico muda.
Cada análise agora tem página própria e citável
Toda análise da aba Evidências ganhou endereço permanente (/descobertas/nome-da-analise) com imagem de compartilhamento própria e um bloco "Como citar" no final. O botão Compartilhar copia esse endereço. Também entrou a página "Sobre o projeto", com princípios, política de correção e independência.
Menos exportação, mais leitura
Saíram os botões de baixar CSV e de compartilhar recorte ou escola como imagem: o produto do Lastro é a análise, não o dado cru. O link com filtros aplicados continua disponível no Painel.
Página inicial vira apresentação do projeto
A raiz do site agora recebe o visitante com a missão do projeto, atalhos pro que o site oferece (Evidências, Radar, Dados e Método) e as três análises mais recentes. A lista completa de análises segue a um clique, na aba Evidências.
Compromissos: os documentos que regem o projeto
Nova seção com três documentos publicados na íntegra: o Código de Conduta Editorial (o que o Lastro publica e o que se recusa a publicar), a política de Privacidade e Segurança da Informação (coleta mínima, nos termos da LGPD) e as Boas Práticas de Análise (validação, limitações e hierarquia de fontes). Revisões desses documentos passam a ser registradas aqui.
Navegação reorganizada: Evidências em primeiro
O app agora abre direto na aba Evidências (a antiga Descobertas, rebatizada), sem tela de apresentação nem tour: a análise virou a porta de entrada. A nova aba Dados reúne os painéis de disparos de arma de fogo e de dados de segurança do Estado, o mapa segue completo na aba Radar, e Sobre e Contato viraram páginas próprias, com formulário pra falar com o projeto.
Últimos registros no Radar
A aba Radar ganhou o card "Últimos registros": os 10 registros mais recentes do Fogo Cruzado, de qualquer local e motivo, clicáveis no mapa.
Eventos ativos na aba Radar
Novo card no topo do Radar mostra ação ou operação policial em andamento, com base no Fogo Cruzado: janela de 8 horas, atualizada a cada 20 minutos. Eventos no mesmo complexo aparecem agrupados, e clicar em qualquer um recentraliza o mapa no local. Quando não há nada em andamento, o card continua visível avisando "sem eventos ativos no momento".
Nova descoberta: o fuzil segue a fronteira, não a viela
Décima primeira análise da aba Descobertas: a apreensão de arma curta cresceu no Estado até 2018, mas desde então o quadro se inverteu e o fuzil dobrou de participação em só três anos. Cruzando por batalhão com o domínio territorial dos grupos armados, o padrão aparece: onde uma só força domina o território, o fuzil fica baixo; onde duas facções de tráfico disputam a mesma área, ele passa de um quarto a quase 40% do total apreendido.
Três descobertas sobre armas apreendidas
A aba Descobertas ganhou três análises feitas com os dados de apreensão de armas do ISP-RJ (painel ISP Conecta): a era da pistola (o revólver dominava com 72% em 2007, o cruzamento veio em 2016 e hoje a pistola é 67%), o fuzil que multiplicou por quatro e concentra 47% das apreensões em 5 dos 41 batalhões, e o relógio das apreensões (munição e explosivo aparecem às 6h da manhã, no horário do mandado; o simulacro às 21h, na mão de quem assaltava).
Fonte identificada em cada descoberta
Cada descoberta agora mostra a origem do dado duas vezes: um selo no card (Fogo Cruzado, ISP-RJ ou os dois) e uma faixa no topo do artigo aberto dizendo com quais dados a análise foi feita.
Mais três descobertas com a série de delitos do ISP-RJ
A era do estelionato: em 2022, pela primeira vez, o Estado registrou mais estelionato que roubo, e a distância só cresce desde então. Nem todo crime tem lockdown: abril de 2020 derrubou na hora o roubo de rua e de veículo, mal mexeu na letalidade violenta e fez o estelionato virar de sinal em dois meses. A grande queda desigual: a letalidade violenta caiu desde 2003, mas Grande Niterói caiu 73% do seu pico enquanto o Interior caiu só 34%.
Nova descoberta: os crimes do Rio têm calendário
Quarta análise da aba Descobertas, usando duas décadas da série mensal do ISP-RJ: o roubo de carga fica 30% acima de um mês típico em dezembro (enquanto o roubo de rua cai 8%), novembro só virou mês quente de carga na era da Black Friday, e o roubo de veículo trocou o mês preferido de março (década de 2003) pro verão (década recente).
Análises estatísticas na aba Estado
A sub-aba saiu do "em construção" com dois blocos, sempre ancorados no último mês disponível do ISP. Aumento e queda: variação do indicador escolhido contra o mês anterior, o mesmo mês do ano passado, o mesmo trimestre, o acumulado do ano e os 12 meses móveis (comparações sempre com o mesmo período do ano anterior, porque comparar meses de estações diferentes engana). Sazonalidade: quanto cada mês fica acima ou abaixo de um mês típico, na média de 2016 a 2025, com cada ano normalizado pela própria média. Tudo filtrável por município, batalhão ou delegacia.
Mapa do Estado na aba Estado
Novo mapa colore cada batalhão ou delegacia do Estado pelo valor do indicador selecionado, no mesmo período dos filtros. A escala vai do amarelo claro (menos) ao roxo (mais), em cinco faixas por quantil, e passar o mouse (ou tocar) numa área mostra o nome oficial e o valor exato.
Delitos oficiais na aba Radar
Novo card mostra, pra delegacia que cobre o ponto escolhido, cinco delitos do dado oficial do ISP-RJ (letalidade violenta, total de roubos, roubo de rua, roubo de veículo e total de furtos), sempre do último mês disponível. O dado é da área inteira da delegacia, identificada pelo ponto exato (não pelo raio de 1 km), e não entra no índice de risco, que continua usando só o Fogo Cruzado.
Nova aba: Segurança Presente
Registros da Operação Segurança Presente (ISP-RJ) nos postos onde o programa atua, a partir de julho de 2021: total do período, evolução por ano, ranking por localização e ranking por tipo de ocorrência. Os dados são estáticos (a fonte não tem atualização programada) e chegam crus; a localização foi padronizada (70 grafias viraram 49 postos) e registros com ano inválido foram excluídos da análise, tudo avisado na própria aba.
Evolução mensal na aba Estado
Novo gráfico de área mostra o indicador selecionado mês a mês, não só por ano, com o valor exato de cada mês ao passar o mouse. Respeita os mesmos filtros de período e recorte da aba.
Acabamento visual dos gráficos
Todos os gráficos do app ganharam gradiente, brilho na cor da própria série, grade de fundo no gráfico de evolução e animação de entrada (desligada automaticamente pra quem usa "reduzir movimento" no sistema). As cores continuam as mesmas. O halo colorido atrás do número de risco, que mais parecia erro de renderização, foi removido.
Menu reorganizado
Descobertas virou a última aba e o botão Perfil ("em breve") saiu do menu até a funcionalidade existir de verdade. A tela de entrada agora menciona também os dados do Estado inteiro (ISP-RJ).
Correção nos filtros da aba Estado
Os seletores de mês e ano (De e Até) mostravam o primeiro e o último valor duplicados na lista (dois "2003", por exemplo). Corrigido nos quatro seletores.
Aba Descobertas
A aba Descobertas saiu do "em breve" e estreia com três análises: a diferença de letalidade entre áreas de milícia e de tráfico, por que a maioria dos agentes de segurança mortos não morre em confronto, e como a letalidade por batalhão do Fogo Cruzado se compara ao dado oficial do ISP-RJ.
Tela de entrada redesenhada
Nova tela de entrada, direto ao ponto: título grande afirmando o que o app mostra, sem os blocos de metodologia que já tinham virado a página própria (que segue disponível em "como funciona").
Última ocorrência por perto
Novo card na aba Radar com a data do registro mais recente no raio de 1 km e um selo comparando esse intervalo com o ritmo típico da região (mais calmo, dentro do padrão ou recente), em vez de um limite fixo de dias igual pra qualquer lugar.
Dia da semana no popup do mapa
O popup de uma ocorrência no mapa (abas Radar e Mapa) agora mostra o dia da semana junto da data, sem precisar calcular de cabeça.
Atalho pra voltar ao início
Clicar no nome "Radar Territorial", no topo, agora volta pra aba Radar.
Nova aba: Estado
Dados oficiais do ISP-RJ cobrindo o Estado inteiro (92 municípios, 2003 a 2026), não só a Região Metropolitana do resto do app: mais de 50 indicadores (homicídio, roubo, furto, tráfico de drogas, sequestro e outros). Filtro principal por município, batalhão ou delegacia (um recorte por vez, com mês e ano de início e fim), e o ranking respeita esse mesmo recorte. Batalhão e delegacia mostram a área oficial junto do número (ex: "22ª DP - Penha"), não só o número cru. Sub-aba "Análises estatísticas" já reservada pra entrar em seguida.
Raio fixo na aba Radar
A aba Radar agora sempre compara no raio de 1 km (deixando os pontos comparáveis entre si), sem o seletor de raio. Pra explorar 5, 10 ou 20 km, isso ficou concentrado na aba Mapa, que já tinha esse seletor.
Ranking por batalhão e delegacia
Nova sub-aba "Batalhão / Delegacia" no Painel, com um ranking das áreas com mais ocorrências (alternando entre batalhão da PM e delegacia da Polícia Civil). Ao escolher uma, os mesmos gráficos da Visão geral aparecem escopados só pra ela.
Exportar CSV do recorte filtrado
Botão "Baixar CSV desse recorte" no Painel, ao lado dos de compartilhar. Traz todas as quebras que o Painel mostra (resumo, por ano/dia/hora/motivo, bairros mais letais, zonas de concentração, vítimas, unidade policial e uma amostra dos registros individuais), já refletindo o filtro aplicado.
Link com filtro aplicado
Compartilhar o link do Painel agora reproduz a mesma combinação de filtros, sem precisar reconfigurar nada. Tem também um botão "Copiar link dessa combinação".
Compartilhar como imagem
O Painel geral e uma escola específica podem ser exportados como imagem, com gráficos reais (não só os números principais), em resolução alta.
Ranking de escolas mais afetadas
A aba Escolas mostra uma lista ordenada das mais afetadas, com o bairro de cada uma, em vez de só um campo de seleção sem contexto.
Padronização dos nomes de bairro
Bairros com erro de digitação ou grafias diferentes (por exemplo "Jardim Xavante" e "Jardim Xavantes") foram unificados, sem mexer em bairros que são lugares realmente diferentes.
Correções de mobile
A matriz de sinal (dia da semana × hora) parava de aparecer em celulares por falta de indicação de que dava pra arrastar. O popup do mapa também parava de abrir depois de alguns cliques seguidos.
Exposição escolar à violência armada
Nova área que mostra, pra cada escola da Região Metropolitana do Rio, o histórico de ocorrências a até 300 metros, com distância, direção e horário de cada uma.
Painel geral da Região Metropolitana inteira
Qualquer combinação de ano, município, bairro, localidade, motivo e ação policial, sem precisar de um ponto de referência no mapa.
Zonas de concentração
Agrupamento por proximidade real entre os registros, não por nome de bairro ou comunidade.
Mapa de densidade em 3D e temas
Nova visualização 3D no Painel, além de tema claro, escuro ou seguindo o sistema pra aplicação inteira.
Primeira versão do Radar Territorial
Mapa real, histórico de ocorrências por região e um índice de risco comparado a centenas de outros pontos da Região Metropolitana.
Aba Mapa
Lista das 10 ocorrências mais próximas, com popup, zoom animado e geocodificação reversa do endereço.
Compartilhamento e painéis por bairro
Botões de compartilhar (WhatsApp, X, Threads, Facebook, Instagram) e painéis de letalidade por bairro e vias com mais roubo.
